Lista de espera aberta
IA na operação da clínica
Quatro semanas ao vivo. O dono de clínica coloca um fluxo da própria operação rodando com IA (glosa, agenda, faturamento ou mensagem ao paciente), feito pelas mãos dele, com acompanhamento. Sem saber programar.
- Para quem
- O dono que topa sentar no computador. Clínicas de R$ 1 a 30 milhões por ano.
- Como funciona
- Encontros ao vivo, um plantão técnico por semana e uma demonstração no fim, em que cada dono mostra o fluxo e o número que mudou.
- Onde está hoje
- Estou selecionando as primeiras clínicas para um piloto. Os casos, com autorização, chegam pela newsletter.
Exemplo com dados fictícios, não é caso real
- O problema
Uma clínica com 120 guias glosadas no mês confere o demonstrativo da operadora à mão, linha por linha, e decide tarde o que recorrer.
- O fluxo construído
Três passos com uma IA de uso geral: organizar o demonstrativo, conferir os valores contra o contrato e separar o que vale recorrer.
- Onde entra a pessoa
Antes de qualquer recurso sair, alguém da equipe confere a lista e decide. A IA prepara; quem assina é a clínica.
- O que se mede
Tempo de conferência por mês e valor recuperado, antes e depois. O número é da clínica, medido por ela.
- O tempo que pede
- Dois encontros ao vivo de uma hora por semana, gravados, e um plantão técnico semanal para destravar o que emperrou.
- Ferramentas
- As de IA de uso geral, como ChatGPT ou Claude. Se alguma pedir assinatura paga, isso vem dito antes das datas.
- O que você leva
- O fluxo rodando na sua operação, o roteiro para repetir em outro processo e o número antes e depois.
Quem está na lista recebe as datas e as condições de fundador antes de todo mundo.
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