Vinte e cinco anos em saúde, do operacional ao CEO, do CEO ao board, com um M&A no caminho.
Sou conselheiro e sócio no Grupo Opalus. Fui CEO da Geriatrics até o M&A com a Opalus. Essa trajetória me ensinou a olhar para uma novidade pela pergunta que aparece depois da apresentação: quem vai operar, qual resultado precisa mudar e como vamos saber se mudou.
Tenho certificação Green Belt & Trainer pelo VBHC Center Europe e formação executiva em Harvard e MIT. Uso essa base como ferramenta de leitura. A experiência de gestão não substitui evidência clínica, e uma fonte científica não decide sozinha o que cabe numa operação brasileira.
O que você encontra aqui
O trabalho percorre quatro territórios: gestão em saúde, saúde do futuro, cuidado baseado em valor e ruptura de perspectiva. Inteligência artificial atravessa esses assuntos quando ajuda a explicar uma decisão concreta.
Na prática, isso significa olhar para compra de tecnologia, desenho de fluxo, desenvolvimento de equipe, regulação, desfechos, remuneração e modelos de negócio. O ponto de chegada é sempre o trabalho de quem cuida, lidera ou responde pela empresa.
Como escolho e apresento as fontes
- Fonte primária primeiro. Normas, artigos científicos e documentos originais têm preferência sobre a repercussão.
- Limite visível. Um estudo de outro país, um dado observacional ou uma fonte sem íntegra carregam ressalvas diferentes.
- Fato e leitura separados. A exigência de uma norma aparece com artigo. A forma de executar aparece como recomendação.
- Correção faz parte. Data, fonte e interpretação são revistas quando surge evidência melhor ou quando o contexto muda.
O cuidado entra na conta
Toda decisão de gestão redistribui capacidade, autonomia e trabalho. Por isso, procuro explicitar quem ganha tempo, quem assume uma tarefa nova e como a mudança pode chegar ao paciente. Uma automação pode melhorar produtividade e ainda piorar o cuidado se devolver o tempo ao lugar errado.
Onde acompanhar
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